Sala do Artista Popular em Maragogipe

julho 16, 2012 by  
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A Sala do Artista Popular – SAP “A Céu Aberto: A Louça de Coqueiros” é atração em Maragogipe desde o mês de junho, graças à parceria do Instituto Mauá, e o Centro de Culturas Populares e Identitárias da Secult-BA, com a Prefeitura Municipal. A mostra retrata a tradicional cerâmica do distrito de Coqueiros através dos potes, vasos, tachos, panelas, fogareiros, travessas e frigideiras, num acervo que reúne em torno de 200 peças.

Reconhecida pela sua coloração avermelhada, a cerâmica de Coqueiros resguarda uma técnica de origem indígena, mantida há quase um século: a queima da cerâmica a céu aberto. E ações como a SAP atuam, justamente, no resgate, preservação e valorização desse artesanato de raiz tradicional.

A exposição fica em cartaz até o dia 29 de julho no Complexo Cultural Osvaldo Sá. A visitação é gratuita. De Maragogipe, o acervo será transferido para a Associação de Artesãos de Coqueiros, retornando, definitivamente, à sua cidade-natal.

Salvador, Rio, Coqueiros e Cachoeira – Esta mesma Sala do Artista Popular já esteve em cartaz no Rio de Janeiro, em julho de 2011, e na sede do Mauá-Pelourinho (Salvador), em setembro. Neste ano, também foi atração no III Encontro Baiano de Estudos em Cultura (EBECULT) na cidade de Cachoeira, em abril.

A SAP é um projeto do Ministério da Cultura, através do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular e o Iphan, e conta com a parceria regional do Instituto Mauá – Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), e do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – Secretaria de Cultura (Secult).

Exposição no Mauá apresenta a cerâmica de Coqueiros

setembro 20, 2011 by  
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Foi aberta, na noite da última quinta-feira (15), na Galeria Mestre Abdias, sede do Instituto Mauá no Pelourinho, a Sala do Artista Popular – SAP “A Céu Aberto: a louça de Coqueiros”, reunindo o trabalho artesanal em cerâmica do distrito de Maragogipe, no Recôncavo Baiano. São tachos, panelas, fogareiros, travessas e frigideiras advindos de uma técnica de origem indígena, de queima do barro a céu aberto. “A SAP nos dá essa oportunidade de trabalhar com as comunidades no resgate e preservação desse saber e fazer tradicional; além de abrir novos canais de comercialização”, pontuou a diretora-geral do Mauá, Emília Almeida.

O projeto é uma parceria do Ministério da Cultura, através do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular e o Iphan, com o Mauá e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – Ipac. “É uma parceria extraordinária, de um trabalho essencial pro Brasil se conhecer, saber quem são seus mestres, seus artistas, seus artesãos”, afirmou a chefe do setor de Pesquisa do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, Maria Elisabeth Costa.

O acervo reúne cerca de 200 peças – todas à venda – da tradicional cerâmica utilitária de Coqueiros, idealizada por artesãs que se dedicam ao ofício, passado de geração em geração, desde pequenas; a exemplo de Dona Cadu. Artesã desde os 10 anos, ela, hoje com 91, não escondia a felicidade em ver seu trabalho reconhecido. “Esse evento representa muita coisa. Eu fico tão feliz que você nem imagina, porque foi a cerâmica que me ajudou a criar meus filhos”. Sentimento partilhado também por Maria Antônia dos Santos, artesã há 25 anos. “Tudo que eu tenho depende do artesanato e é a partir desses eventos que a gente está sendo mais reconhecido no mercado. Então, é muito bom”, ressaltou.

A Sala do Artista Popular fica em cartaz até o dia 14 de outubro. Visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h30.

Cerâmica de Coqueiros é atração no Instituto Mauá

setembro 13, 2011 by  
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A tradicional cerâmica do distrito de Coqueiros, município de Maragogipe, Recôncavo Baiano, ganha exposição na Galeria Mestre Abdias, do Instituto Mauá, a partir desta quinta-feira (15). É a Sala do Artista Popular – SAP “A Céu Aberto: a louça de Coqueiros”, fruto de parceria entre o Ministério da Cultura, através do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular e o Iphan, com o Mauá e o Ipac.

No acervo, a típica cerâmica utilitária de Coqueiros, entre panelas, tachos, fogareiros, travessas e frigideiras. São cerca de 500 peças, que resguardam uma técnica peculiar, de origem indígena, de queima da cerâmica a céu aberto – daí o título da exposição. Todas estarão à venda.

O coquetel de abertura será às 17h30, com apresentação do samba de roda “Filhos de Cadu” e a presença de artesãos convidados. A mostra fica em cartaz até 14 de outubro, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h30.

Tradição – A produção cerâmica de Coqueiros remonta ao período colonial, passada de geração em geração pelas mãos dos antigos artesãos e preservada, até os dias de hoje, graças a ações de apoio e fomento; como do próprio Instituto Mauá, que atua na localidade há 40 anos, assegurando o escoamento da produção. “Promover o artesanato é investir em cultura e na geração de trabalho, já que, mais que um patrimônio imaterial, a atividade é fonte de renda para a comunidade” afirmou a diretora-geral do Instituto, Emília Almeida.

À frente da gestão do Mauá desde 2007, Emília já realizou outras cinco Salas do Artista Popular: Cocos, Rio de Contas, Rio Real, Maragogipinho e Irará. As exposições acontecem primeiro no Rio de Janeiro e, em seguida, desembarcam em Salvador.

“A SAP tem grande importância no resgate e promoção do artesanato de raiz, além de abrir novos canais de comercialização. Trata-se de uma parceria, portanto, que agrega valor cultural e de mercado ao trabalho artesanal”, destacou Emília.

 

Serviço:

Abertura da Sala do Artista Popular – SAP “A Céu Aberto: a louça de Coqueiros”

Quinta-feira, 15 de setembro, às 17h30

Galeria Mestre Abdias – Instituto Mauá

Rua Gregório de Matos, 27, Centro Histórico

Visitação: 16/09 a 14/10

Segunda a sexta, das 9h às 17h30

Gratuito

Cerâmica de Coqueiros é atração no Rio de Janeiro

junho 27, 2011 by  
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A tradicional arte em cerâmica do distrito de Coqueiros, no município de Maragogipe, Recôncavo Baiano, ganha exposição no Museu do Folclore Edison Carneiro, no Rio de Janeiro, a partir do próximo dia 30. A Sala do Artista Popular – SAP “A Céu Aberto: a louça de Coqueiros” é fruto de parceria entre o Ministério da Cultura, através do Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural – Promoart, com o Instituto Mauá.

O acervo conta com cerca de 500 peças, que resguardam o fazer tradicional, passado de geração em geração desde o período colonial e preservado, também, graças às ações de apoio e fomento do Mauá, que atua na comunidade de Coqueiros há 40 anos, assegurando o escoamento da produção. “Promover o artesanato é investir em cultura e na geração de emprego, já que, mais que um patrimônio imaterial, a atividade é fonte de renda para a comunidade” afirmou a diretora-geral do Instituto, Emília Almeida.

À frente da gestão do órgão desde 2007, Emília já realizou outras cinco Salas do Artista Popular: Cocos, Rio de Contas, Rio Real, Maragogipinho e Irará. As exposições acontecem primeiro no Rio e, em seguida, desembarcam em Salvador, na Galeria Mestre Abdias, na sede do Mauá-Pelourinho.

Além de resgatar e divulgar o legítimo artesanato de raiz, a SAP funciona como via de comercialização, já que todas as peças expostas estão à venda. O público, portanto, tem a oportunidade de adquirir a típica cerâmica utilitária de Coqueiros, entre panelas, tachos, fogareiros e frigideiras. A mostra fica em cartaz até o dia 30 de julho e chega à capital baiana em setembro (1º a 30/9).